Na próxima quinta-feira, dia 15 de dezembro às 14h, acontecerá a primeira reunião dos interessados em participar dos grupos de pesquisa do NIC em 2012. Conforme anunciado anteriormente, as linhas de pesquisa serão:
Computação Vestível / Moda e Tecnologia
Computação Física / Internet das Coisas
Pensamento Computacional
Os objetivos e planejamento de cada grupo serão apresentados na reunião. Se você ainda não se inscreveu, basta preencher o formulário e aparecer no encontro.
Aproveitando a visita do Prof. Fabio Caparica para o Curso de Design de Interação do NIC, realizaremos uma edição especial do Projeto Interfaces na próxima sexta-feira, dia 02 de dezembro:
Palestra (14h): “Design da Informação e de Interfaces: Atendendo necessidades de percepção na interação Tutor-Aprendiz em plataformas de gestão da aprendizagem”
Workshop de Stop Motion com paper toys (15h30, 20 vagas)
Sobre o Palestrante
Prof. Fabio Caparica é Designer Gráfico formado pela UFPE em 2003, trabalha com Design de Interação e coisas da Web desde 1997. Atualmente concluindo mestrado em Design da Informação, lidando com Interação Mediada por Artefatos tecnológicos e atuando como professor de Ergonomia, Usabilidade, Design de Interfaces nas Faculdades Barros Melo.
Faça sua inscrição gratuitamente para cada atividade: Palestra e Workshop.
Duas semanas antes do aniversário do Hugo, compartilhei com o pessoal do NIC a ideia de fazer um jogo trollando homenageando nosso orientador. Inspirados por seus bordões – “Hugo gosta”, “Ohoho”, “Sensacional” – e pelo abraço de urso na mesa redonda (Simpav 2010), o jogo Hugo Gosta começou a tomar forma! Confira a seguir as etapas do projeto relâmpago.
1 – o começo:
O pessoal curtiu a proposta e colocamos a mão na massa abrimos Game Maker imediatamente.
2 – componentes:
A primeira parte desenvolvida foi o cenário, que deveria conter prédios no início e NIC no final. Para isso, foi feito um mashup de alguns cenários dos jogos Bishoujo Senshi Sailor Moon e Teenage Mutant Ninja Turtles.
Depois disso, definimos finalmente um inimigo para o Hugo – uma gosma verde, apelidada carinhosamente de azeite. Tínhamos prontos então todos os objetos da fase:
A parte mais difícil desta etapa foi conseguir a voz do Hugo falando “Ohoho Sensacional” e “Hugo gosta”, porque queríamos que fosse surpresa. Mas como fazer isso sem enganar nosso orientador e sem entregar o jogo(literalmente)?? Foi assim que pedi: “Sensei, preciso da sua voz para uma animação com áudio que estou fazendo”. Colou e nem foi mentira!
3 – bugs:
Objetos prontos, cenários prontos, comecei a programar o jogo… mas não deu muito certo porque foi minha primeira tentativa de programar alguma coisa sozinha. Para terem uma ideia, só de colocar o Hugo Bear na fase, fiz uma festa como se tivesse tudo pronto. A coisa só começou a andar mesmo quando a galera da programação me salvou: Suco chan, Gledson e Chocobis.
Quando a programação é feita, bugs sinistros aparecem. Eis alguns deles:
Quando o Hugo Bear pulava, ele descia lentameeeeeeeente para as profundezas do inferno. Na hora, não tínhamos definido a posição final do pulo, por isso, o sprite “caía pra sempre”;
Após consertar o primeiro bug, originamos a abdução do sprite por alienígenas. Pulávamos e do nada o sprite subia ao céu;
Bug anterior resolvido, o pulo não matava o inimigo e o Hugo tomava dano mesmo não estando no mesmo plano (profundidade) do azeite;
Acho que esses foram os mais estranhos mesmo… O jogo ainda apresenta alguns bugs de colisão (dá pra entrar na parede e sair do jogo), mas está jogável!
4 – sprites da galera:
Gledson, que é um paint-pixel-artista, criou os sprites de todos os nicsters para colocar durante a fase. Todas as características das pessoas foram fielmente representadas! …E todos estão dançando conforme a música de fundo (tema de Ursinhos Carinhosos).
5 – considerações finais:
O jogo foi feito durante nosso tempo livre. Trabalhamos duro para que tudo ficasse pronto no dia 1 de novembro – e ficou! Estou muito feliz com o resultado de nosso esforço. As pessoas fazem coisas incríveis sozinhas e mais incríveis ainda quando estão juntas. Agradeço a todos pela colaboração nesse projeto, até quem não programou nada, mas deu opinião e manteve segredo absoluto!
O link para download é esse aqui. Jogue e compartilhe sua experiência com a gente.
A turma de Marketing e Design no período de 2011/2 teve como tarefa entre os meses de agosto e setembro desenvolver o portfólio pessoal de design em versão digital e impressa. O aluno deveria adotar uma como principal, desenvolvê-la e posteriormente adaptá-la para o outro suporte. Acredito que há alguns períodos tenho descoberto minha inclinação ao desenvolvimento de mídias digitais, e portanto me posicionei dessa maneira, fazendo do portfólio digital meu principal suporte.
Foi uma odisséia começar o desenvolvimento. Primeiramente quis fazer em Processing, mas percebi que talvez fosse um projeto muito ousado pro meu conhecimento básico e o período tão curto de um mês. Fui aconselhada a desenvolver em Scratch, que tem uma linguagem bem mais visual e prática, mas o tamanho da tela que gera o aplicativo não me parecia muito atraente pra exibição de um portfólio. Foi então que o Hugo me deu a idéia mirabolante de criar com a engine do Game Maker. Um portfólio com salas, nas quais um personagem iria andando e visualizando os trabalhos realizados.
“Faça como a metáfora do explorador mesmo!”, foi o que disse o Hugo. E lá fui eu, procurando sprites com vista superior (estilo Zelda, Secret of Mana e Chrono Trigger), mas não encontrava nada que não fosse tão medieval ou feinho. Conhecia já um sprite maker chamado Banned Story, uma mega database de sprites do jogo Maple Story no qual é possível criar bonecos, baixar todas suas animações, monstros e elementos de mapa, bem como tilesets. Criei meu bonequinho lá (que era pra ser como um avatar meu, embora todos achem, que ficou a cara da Nane), e comecei a procurar inspiração pro que podia ser minha casa com meus trabalhos.
Com uma pastinha carregada de sprites no meu computador, ia dar início à programação da minha engine, mas antes de dar esse passo, achei melhor pensar em como esse jogo ia parecer visualmente. Fui então pro Photoshop, e elaborei em um arquivo 800 x 600, disposto em um grid de 20 x 20 pixels, todas as telas “jogáveis” do meu portfólio.
A partir disso fui pro Game Maker e comecei a pensar como isso iria se comportar. O boneco só anda pra esquerda e direita, interage com os objetos com a seta pra cima, e pra quem não tiver paciência de mover o avatar, existe também a possibilidade de interagir com tudo pelo mouse. Sendo assim, a programação do jogo é um tanto básica, com apenas 4 animações diferentes pro avatar (parado e andando pra esquerda e direita). O que me exigiu maior atenção foi a quantidade de objetos interativos que precisaria ter. Todo o cenário, composto no Photoshop, são apenas máscaras. A interação mesmo acontece com objetos invisíveis no Game Maker, posicionados sobre as máscaras do cenário.
Cada sessão do meu portfólio teria uma quantidade de trabalhos, que a princípio eram representadas por números na parede. Algumas pessoas me alertaram que talvez fosse melhor substituir os números por uma prévia dos trabalhos. “Parece a porta dos desesperados!”, o Hugo disse! Então solucionei mudando os números por posteres.
O último passo foi implementar uma room diferente pra cada trabalho realizado, com foto e descrição. Essa parte foi a mais complicada pra mim. Sou meio enrolada com essa coisa de diagramação, embora até goste. No fim das contas, depois de muito mexer, achei uma solução que me agradou, mesmo na resolução de 800 x 600.
Foi um trabalho bastante extenso, mas o fato de tê-lo feito em Game Maker foi super divertido e light. Se tem algo que aprecio fazer é manipulação e criação de imagem. Sentar, bolar algo no Photoshop, e depois ver funcional no Game Maker foi uma satisfação imensa!
O Núcleo de Interfaces Computacionais da Universidade Federal do Espírito Santo está selecionando bolsistas nos cursos de tecnologia do IFES para início imediato.
Benefícios: entrada gratuita nos eventos do núcleo, oportunidade de participar de pesquisas e projetos de extensão.
Perfil do candidato
Estudante dos cursos de Sistemas de Informação, Tecnólogo em Redes de Computadores e Técnico em Informática a partir do 2º período. Interesse no desenvolvimento de software, games, multimídia e computação gráfica.
Valor da bolsa
R$ 500,00 (20h semanais)
Os interessados devem enviar o currículo para contato@nicvix.com até 19 de agosto.