Interfaces 2011 #5

Data: July 27th, 2011 | Autor:

Interfaces com a Aldabra, um bate-papo sobre o novo site do Tribuna Online.

Um pouco sobre a Aldabra:

Fundada em 2005, com o nome de Tríade Design, a Aldabra oferece ao mercado um trabalho diferenciado em três segmentos de serviços: Design Gráfico/Publicidade, Web Design e Sistemas.
Sempre atualizada com as tendências do mercado, novas mídias e tecnologias, a Aldabra busca em um primeiro momento entender as necessidades dos clientes e seus públicos-alvo para assim desenvolver soluções e projetos que atendam as expectativas e gerem bons resultados.
Prezando sempre por um atendimento diferenciado, utilizando uma metodologia de trabalho primorosa e atendendo aos prazos impostos pelo mercado, a Aldabra conquistou seu lugar e hoje possui um portifólio que vai desde pequenas até grandes empresas.

Links
http://www.aldabra.com.br
http://www.facebook.com/aldabra.webdesign
http://www.redetribuna.com.br/

Assista a transmissão online aqui no nosso blog ou venha nos visitar na UFES: Cemuni IV sala 03.

Watch live streaming video from interfacesnic at livestream.com

Categoria: Projeto Interfaces | Comentários: Sem comentários »

Review: Lost in Blue (Nintendo DS)

Data: July 25th, 2011 | Autor:

O jogo Lost in Blue, desenvolvido pela Konami para o Nintendo DS é uma continuação de outra popular série da desenvolvedora chamada Survival Kids (Game Boy Color). É uma história sobre os adolescentes Keith e Skye que após um naufrágio se encontram perdidos em uma ilha deserta tendo que descobrir como sobreviver em uma caverna, fazer fogo e ferramentas de recursos naturais, no melhor estilo Robinson Crusoé. O jogador deve lidar com a limitação de itens aos quais pode carregar e a administração de um medidor global de saúde, que se subdivide em mais três medidores: cansaço físico, sede e fome.

A primeira vista imaginei que não fosse lá essas coisas pela história clichê, mas conforme fui jogando reparei que o gameplay realmente é algo de se encher os olhos. Os mecanismos de criação de objetos, caça, pesca e coleta de itens utilizam os recursos do Nintendo DS de maneira curiosa e inteligente, fazendo com que cada fogueira que o jogador vai acender seja até uma diversão. Por exemplo deve-se raspar a touch screen pra cavar alguma coisa na terra, e soprar o microfone na hora de atiçar o fogo.

Conforme explora a ilha, o jogador começa a fazer várias descobertas interessantes, que nos levam a querer ver o desfecho do jogo, sem dúvida. O grande problema é que todas as limitações impostas dificultam as idas e vindas aos novos níveis da ilha. Chega um ponto no qual você quer explorar, mas não tem comida suficiente em casa pra sua companheira, e nem pra que você mesmo leve. Sem falar que as únicas coisas que se podem ser consumidas cruas são frutas, que não enchem a barriga do personagem.

É aí que fica bem fácil enjoar de Lost in Blue, pois o jogador acaba preso em um ciclo que envolve: caçar ou pescar muita comida pra se encher e descansar bem por um ou dois dias, pra depois subir aos novos níveis da ilha pra fazer uma coisa mínima. Voltar à sua caverna e começar tudo novamente… O que era fantástico no jogo, acaba se tornando uma rotina insuportável que desestimula a continuidade do jogo, tal e qual jogos como Harvest Moon e The Sims.


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A Gazeta: Maioria ignora teste do e-mail

Data: July 17th, 2011 | Autor:

Na primeira edição do novo Jornal A Gazeta, uma matéria da jornalista Mariana Montenegro toca em temas ligados à Pesquisa E-leitor, realizada pelo NIC em 2010.

Fui convidado pela jornalista a analisar os resultados da pesquisa e, apesar do pessimismo, acredito que ainda há tempo para uma mudança de comportamento pelos nossos representantes.

Maioria ignora teste do e-mail

Deputados não respondem às mensagens que recebem

Precisando de ajuda, o eleitor envia um e-mail ao deputado solicitando uma reunião. Aguarda, no mínimo, um retorno do parlamentar. Mas enquanto o mundo vive em plena era da tecnologia, até com negócios sendo fechados via internet, os deputados do Estado estão reprovados no teste do e-mail promovido por A GAZETA.

No dia 27 de junho – ou seja, há 21 dias – a reportagem fez contato, de forma individualizada, com os 30 deputados estaduais, os 10 deputados federais e 24 secretarias do governo estadual. De Brasília, apenas Lauriete (PSC) respondeu; na Assembleia Legislativa, 11 deram retorno e o Executivo teve o melhor resultado, sendo que 18 secretarias fizeram contato – seis, portanto, ficaram reprovadas.

Telefone

De forma geral, os que deram retorno foram ágeis e já responderam em até dois dias da data de envio do primeiro contato. Alguns deram resposta pela rede mundial e outros também por telefone, informado no e-mail. Dos deputados estaduais que entraram em contato, sete o fizeram já no dia seguinte, outros três no dia 29 de junho e a assessoria de Luiz Durão (PDT) entrou em contado apenas no dia 7 de julho. Mas deu retorno. Ao contrário de 18 parlamentares que ignoraram o e-mail em suas caixas postais e ficaram reprovados no teste.

Fechando o grupo de 30 deputados estaduais, o e-mail para José Esmeraldo (PR) retornou porque o endereço disponível no site da Assembleia Legislativa estaria incorreto.

No e-mail, assinado como um cidadão comum, a reportagem afirmou precisar de ajuda do deputado, perguntou como faria para marcar uma reunião e se o parlamentar poderia entrar em contato. Os endereços virtuais usados foram os institucionais, disponibilizados na página da Assembleia.

Brasília

Falar com um deputado federal? Se você não tiver condições de telefonar para Brasília será uma saga complicada. Dos dez parlamentares capixabas, apenas um, Lauriete (PSC), respondeu ao e-mail enviado pela reportagem no último dia 27 de junho. Ainda assim, somente no dia 13 de julho.

A explicação é, de maneira geral, a mesma: o e-mail não chegou. Os chefes de gabinete dos deputados capixabas alegaram que o sistema da Câmara é muito ruim e que o e-mail enviado via “Fale com o deputado” não é repassado para o gabinete. Não souberam responder, porém, para que, então, o link está disponível.

Para enviar o e-mail, o eleitor tem que preencher seus dados, escrever a mensagem e ainda digitar um código de segurança. Tudo isso sem saber que, dificilmente, terá retorno.

Governo

Já o Executivo foi aprovado em teste semelhante, com grande retorno da assessoria dos secretários. O e-mail enviado por A GAZETA dizia: “Como faço para obter informações da secretaria? Tem como o secretário ou algum assessor entrar em contato comigo?”. Das 24 secretarias – duas não disponibilizam um e-mail institucional -, 18 deram resposta em até dois dias.

E todos com mensagens positivas tentando prestar as informações solicitadas. Quatro secretarias não entraram em contato e, em outras duas, o e-mail voltou dizendo que o endereço não existia.

Resultado

Assembleia

APROVADOS. Elcio Alvares (DEM), Sandro Locutor (PV), Claudio Vereza (PT), Nilton Baiano (PP), Atayde Armani (DEM), Roberto Carlos (PT), Sérgio Borges (PMDB), Da Vitória (PDT), Glauber Coelho (PR), Marcelo Coelho (PDT), Luiz Durão (PDT)

REPROVADOS. Luciano Pereira (DEM), Rodney Miranda (DEM), Theodorico Ferraço (DEM), Hércules Silveira (PMDB), Luzia Toledo (PMDB), Marcelo Santos (PMDB), Solange Lube (PMDB), Genivaldo Lievore (PT), Lucia Dornellas (PT), Gilsinho Lopes (PR), Dary Pagung (PRP), Henrique Vargas (PRP), Eustáquio de Freitas (PSB), Rodrigo Chamoun (PSB), Gildevan Fernandes (PV), José Carlos Elias (PTB), Luciano Rezende (PPS), Wanildo Sarnaglia (PTdoB)

Governo do Estado

APROVADOS. Casa Militar, Saneamento Habitação e Desenvolvimento Urbano (Sedurb), Desenvolvimento (Sedes), Esportes Sesport), Educação (Sedu), Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Saúde (Sesa), Segurança Pública e Defesa Social (Sesp), Casa Civil, Procuradoria Geral do Estado (PGE), Controle e Transparência (Secont), Gestão e Recursos Humanos (Seger), Comunicação (Secom), Turismo (Setur), Gabinete do Governador, Cultura (Secult), Justiça (Sejus), Polícia Civil

REPROVADOS. Ciência e Tecnologia (Sect), Planejamento (Sep), Governo (Seg), Transportes e Obras Públicas (Setop)

Deputados Federais

APROVADOS. Lauriete (PSC)

REPROVADOS. Audifax Barcelos (PSB), Lelo Coimbra (PMDB), Paulo Foletto (PSB), Rose de Freitas (PMDB), Iriny Lopes (PT), Sueli Vidigal (PDT), Jorge Silva (PDT), Carlos Manato (PDT), César Colnago (PSDB)

Obs.: 
Os e-mails enviados para o deputado José Esmeraldo (PR) além da Defensoria Pública e secretaria de Meio Ambiente voltaram.
Obs2: Não tem e-mail disponível no site, as secretarias da Fazenda e Assistência Social, Tranalho e Direitos Humanos.

Análise – Políticos menos ativos na internet

A campanha eleitoral de 2010 foi marcada por uma presença online inédita dos candidatos aos diversos cargos do Legislativo: redes sociais, videoconferências, chats e outras formas de contato quase permanente com os eleitores. Apesar da inovação ter ajudado a aproximar o cidadão daqueles com a intenção de representá-los, algo aconteceu após a posse. Não sabemos onde foram parar os smartphones, perfis das redes sociais e outros canais de comunicação, mas pode-se dizer que estão infinitamente menos ativos do que há um ano. De todas as incoerências da política brasileira, talvez essa seja a mais recente e a mais sem sentido: os parlamentares, ao invés de estreitarem os laços estabelecidos com as redes de eleitores conquistadas ao longo da campanha, preferem abandoná-las. Ao invés de usarem a tecnologia para exercer o mandato com transparência, preferem deixar para nos adicionar, seguir e curtir nas próximas eleições.
Hugo Cristo, Professor da Ufes


Categoria: Eleições 2.0 | Tags: , | Comentários: Sem comentários »

Mini Solar Racer

Data: July 11th, 2011 | Autor:

Hoje o sol saiu em Vitória e aproveitamos para testar o nosso carrinho solar!

O Mini Solar Racer é o menor carro movido a luz solar do mundo! Ele tem apenas 3,5cm X 2,2cm X 1,4cm. Com ele podemos ver o poder e as possibilidades que a energia solar tem!

Assista o nosso vídeo!

Autores: @marquito , @nanechan_ e @cintiacms


Categoria: Não categorizado, Pesquisas, Sustentabilidade, Tecnologia | Comentários: 3 Comentários »

Um breve comentário sobre o “monitoramento inteligente” da dengue pela PMV

Data: July 6th, 2011 | Autor:

A Prefeitura Municipal de Vitória nos fornece um exemplo do uso burro dainteligência de dados. Na verdade, trata-se de um uso com fins de arrecadação, o que tem lá sua inteligência.

O problema é que o discurso vendido pelo VT é o da informatização a serviço da eficiência, o que nem de longe é o que foi e que deveria ter sido feito. Vamos aos fatos:

1) O comunicado oficial no site da PMV

[...] Nos aparelhos (smartphones), os agentes vão registrar os dados encontrados, como número de focos e os depósitos de água existentes. Será transmitido via satélite e chega on-line a uma base com informações do imóvel e focos encontrados.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Reblin, com os dados transmitidos em tempo real será possível monitorar, diariamente, o número de focos e os depósitos predominantes. “Atualmente, realizamos o levantamento quatro vezes ao ano, como preconiza o Ministério da Saúde”, afirmou.

Os imóveis serão cadastrados na primeira visita. “Teremos como saber a reincidência nos imóveis e os depósitos predominantes por imóvel e bairro. Além disso, saberemos exatamente de quanto em quanto tempo fazemos inspeção nas residências”, explicou o secretário.

Esta é mais uma ação de combate à dengue na capital. Além disso, já é possível identificar as ruas com maior infestação de mosquito adulto, por meio do monitoramento inteligente da dengue. Outra ação é análise virológica do mosquito que permite saber qual o tipo de vírus que circula no município e em quais locais.

(grifo por minha conta)


Não
.

No máximo, pode-se dizer que é mais uma ação de arrecadação para a Prefeitura. Não há inteligência nenhuma em plotar em um mapa online dados frios e desconectados sobre qualquer coisa.

Todo mundo já recebeu a visita de um agente de saúde. Ou pelo menos deveria. Em síntese, eles visitam todos os endereços de uma região. Se conseguem acesso, orientam aqueles que andam na linha e notificam os relaxados. Se esses últimos repetirem o mau comportamento nas próximas visitas, poderão ser multados.

O que o novo sistema faz é substituir o bloquinho de notificação por umsmartphone. Ao invés da equipe na base da secretaria de saúde conhecer os relaxados no final do dia (ou no mês que vem, dependendo da velocidade do processamento dos dados), terão acesso à blacklist da dengue em tempo real. Onde está o “inteligente” do “monitoramento inteligente” descrito pelo Secretário Reblin? Apenas na velocidade de emitir a multa.

Vejamos o porquê.

2) A inteligência de qualquer coisa: comportamento preditivo

Se a saúde é um problema de política pública, em tempos ultraliberais como os nossos isso significa basicamente despesas para o governo. A inteligência de dados, na análise mais lugar comum e mais despreparada possível, precisa contribuir para a predição de fenômenos e para a tomada de decisão anterior às consequências daquele fenômeno.

Em termos leigos, nós ouvimos a previsão do tempo para sair de casa e levar o guarda-chuva, ainda que naquele momento faça sol. Pode até não chover, mas se ocorrer estaremos preparados. Mais ainda: eu não correrei o risco de molhar alguma coisa que não é à prova dágua e evitarei um prejuízo (financeiro, normalmente).

O prejuízo nas políticas públicas de saúde ultraliberais se resume a “gastar” dinheiro atendendo o cidadão nas unidades básicas municipais, para os casos simples, e nas internações nos hospitais estaduais, nos casos crônicos. A idéia toda dosmartphone, que em si mesmo já representa um gasto (o custo do aparelho + plano de dados + arquitetura de TI) deveria minimamente contribuir para que a ida ao posto ou a internação do cidadão fosse evitada, e não para agilizar a notificação e multa.

Como isso seria possível?

3) Conceitos de inteligência

Posso ser reducionista em prol da objetividade e me restringir a dois conceitos fundamentais de inteligência. O primeiro é o perseguido por boa parte das pesquisas em inteligência computacional, computação de alto desempenho, sistemas distribuídos e afins. Nesse contexto, estamos interessados em super computadores, bases de dados imensas e algoritmos que fazem consultas e cruzamentos incríveis a partir de uma entrada simples de dados como uma pergunta do tipo “Onde há focos de Dengue nessa região?”. Estou falando de um Deep Blue ou de um Watson, guardadas as devidas proporções entre os dois produtos da IBM.

A outra perspectiva, das neurociências cognitivas, está interessada não em super processamento ou amplas capacidades de armazenamento, mas em raciocínio, puro e simples. Não temos nenhuma Matrix no cérebro e mesmo assim somos capazes de reconhecer um rosto dentre um repertório de milhões, inclusive quando estamos em péssimas condições (andando, no escuro, a pessoa envelheceu ou engordou) ou quando o estímulo original foi há muito tempo.

Boa parte da nossa capacidade para a tomada de decisões é baseada em padrões.  Nossos neurônios processam informação numa velocidade infinitamente inferior a qualquer computador moderno; nossa memória nem de longe comporta ospetabytes atuais; e apesar disso cruzamos diferentes fontes de informação, mesmo incompletas, com ruído ou confusas, e encontramos padrões que orientam nosso comportamento (recomendo a leitura do trabalho do Vernon Mountcastle pra quem gosta dessa discussão).

A perspectiva que defendo aqui não é a da inteligência força-bruta, que indexa o mundo todo pra depois pensar no que vai fazer, estilo Deep Blue. Defendo que uma coleta de dados essenciais e um cruzamento organizado em busca de padrões resolveria o problema com metade do esforço e o dobro da capacidade preditiva.

4) Agente de saúde da Matrix

Na prática, alguém interessado no assunto da dengue sequer precisaria equipar todos os agentes com smartphones ou mapear todas as regiões. O primeiro passo seria observar os registros de atendimento nas unidades de saúde sobre os possíveis casos da doença. Sabendo o local de residência do possível infectado, a área automaticamente deveria aparecer como foco de investigação daqueles agentes munidos do smartphone. Se é um estudante, a área da escola também deveria surgir na tela. Se trabalha, o local de trabalho deveria aparecer. Obviamente os trajetos e vizinhanças também contam.

Após a visita dos agentes, a unidade básica continuaria a monitorar os prontuários e acompanhar se algum novo caso em qualquer um dos locais correlacionados aos casos anteriores (casa, escola, trabalho, vizinhança, trajetos) aparece. Se for o caso, os agentes retornariam e até multariam os relaxados.

Depois de alguns meses, qualquer um poderia sugerir políticas públicas preventivas não só para a dengue, mas para qualquer enfermidade, especialmente as de contágio social. As localidades que tradicionalmente apresentariam casos de dengue em tal época do ano deveriam receber a visita 30 ou 60 dias antes, para evitar os casos (e as multas). O resultado das ações em um bairro seriam medidas pelos atendimentos das unidades e vice-versa.

Alguém poderia argumentar que o mapeamento proposto é o “começo” de tudo. Eu discordo. O começo de tudo seria informatizar os prontuários, que são uma fonte de dados infinitamente mais rica e já em poder de prefeitura. Seriam ZERO agentes com smartphone e mesmo assim teríamos condições de fazer ações preventivas só a partir daqueles registros. #epicwin

Na prática, se as unidades de saúde e os agentes tivessem acesso às mesmas informações, não seria necessário nem o smartphone. O médico John Snow fez muito mais com muito menos ainda no séc XIX em Londres para combater um surto de cólera.

Em síntese, inteligência não se faz com computadores e GPS, mas com ações coordenadas das entidades responsáveis e análise apropriada dos dados corretos.

Não existe inteligência sem capacidade de predição.


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NIC hands on – Dynavision Cybergame

Data: July 5th, 2011 | Autor:

 

A mais nova aquisição do NIC, Dynavision Cybergame é um console que se propõe a emular plataformas 8, 16 e 32 bits (compatível com os consoles Nintendo, Super Nintendo, Game Boy, Game Boy Color, Game Boy Advanced, Mega Drive, SunMedia 32 bits e jogos em Flash). Ele vem com dois controles (que infelizmente não são USB) similares ao joystick simples do antigo PSOne, e um cartão SD, onde você descarrega as roms (capacidade para 4GB, mais do que o suficiente pra muitas roms da velha guarda de videogames). Como bons viciados que somos, já testamos o recém chegado e aqui ficam as primeiras impressões:

De primeira emulei o Super Street Fighter (SNes), e pra minha grande surpresa, não consegui executar nenhum golpe, nem pular na diagonal. Frustrada, resolvi não jogar mais, por pensar que era problema do joystick (assim como o do Zeebo, que é uma tristeza). Depois, emulamos outras roms, e apesar do baixíssimo frame rate que o console apresentou, ele se mostrou capaz de emular razoavelmente alguns jogos como Mickey & Donald e Final Fight 3.

Me disseram que o Super Street Fighter era por natureza problemático com relação aos controles, mas testei uma outra rom no emulador ZSNes no meu computador, com joystick, e consegui jogar muito bem, executar golpes e tudo o mais. Cogitamos então a possibilidade do problema detectado no S.S.F. ser da rom, e não do console (vamos testar outra versão de rom).

O Marquito pesquisou sobre o Cybergame, e descobriu que parece que ele emula muito bem o Mega Drive, mas jogos de Super Nintendo cujo os cartuchos continham mais de um chip (ou chip FX, como era conhecido) não funciona tão bem quanto esperado. Testamos Mario Tennis de Game Boy Advance também, e o console sentou. Mal aguentou mostrar a tela de start do jogo.

Vale lembrar que o Super Nintendo e o Mega Drive são consoles da geração de 16 bits, e o Game Boy Advance 32 bits.

Pra quem se interessou pelo Dynavision Cybergame, tem disponível para compra pelo site Kabum!, que foi onde o Luis Emanueldquiriu o nosso. As roms estão disponívels em RomHustler,e os emuladores você encontra no Baixaki.


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Descongelando a geladeira

Data: July 4th, 2011 | Autor:

Sexta-feira descongelamos a geladeira do NIC. Como o clima estava meio frio e eu precisava sair cedo, fiquei matutando uma solução de ventilação pra acelerar o degelo. Então como temos por aqui alguns computadores que só ligam (mas não computam), fios e mini-ventiladores internos pra computador – famosos como coolers. É só juntar tudo e ligar na placa mãe. Sem medo. =)

Descongelando a geladeira pro NIC

Não tente isso em casa. Venha ao NIC testar. =)

Tem gente que chama de gambiarra. Eu chamo de dispositivo temporário de alto desempenho e função permanente. =P


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