Mini Solar Racer

Data: July 11th, 2011 | Autor:

Hoje o sol saiu em Vitória e aproveitamos para testar o nosso carrinho solar!

O Mini Solar Racer é o menor carro movido a luz solar do mundo! Ele tem apenas 3,5cm X 2,2cm X 1,4cm. Com ele podemos ver o poder e as possibilidades que a energia solar tem!

Assista o nosso vídeo!

Autores: @marquito , @nanechan_ e @cintiacms


Categoria: Não categorizado, Pesquisas, Sustentabilidade, Tecnologia | Comentários: 3 Comentários »

Um breve comentário sobre o “monitoramento inteligente” da dengue pela PMV

Data: July 6th, 2011 | Autor:

A Prefeitura Municipal de Vitória nos fornece um exemplo do uso burro dainteligência de dados. Na verdade, trata-se de um uso com fins de arrecadação, o que tem lá sua inteligência.

O problema é que o discurso vendido pelo VT é o da informatização a serviço da eficiência, o que nem de longe é o que foi e que deveria ter sido feito. Vamos aos fatos:

1) O comunicado oficial no site da PMV

[...] Nos aparelhos (smartphones), os agentes vão registrar os dados encontrados, como número de focos e os depósitos de água existentes. Será transmitido via satélite e chega on-line a uma base com informações do imóvel e focos encontrados.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Reblin, com os dados transmitidos em tempo real será possível monitorar, diariamente, o número de focos e os depósitos predominantes. “Atualmente, realizamos o levantamento quatro vezes ao ano, como preconiza o Ministério da Saúde”, afirmou.

Os imóveis serão cadastrados na primeira visita. “Teremos como saber a reincidência nos imóveis e os depósitos predominantes por imóvel e bairro. Além disso, saberemos exatamente de quanto em quanto tempo fazemos inspeção nas residências”, explicou o secretário.

Esta é mais uma ação de combate à dengue na capital. Além disso, já é possível identificar as ruas com maior infestação de mosquito adulto, por meio do monitoramento inteligente da dengue. Outra ação é análise virológica do mosquito que permite saber qual o tipo de vírus que circula no município e em quais locais.

(grifo por minha conta)


Não
.

No máximo, pode-se dizer que é mais uma ação de arrecadação para a Prefeitura. Não há inteligência nenhuma em plotar em um mapa online dados frios e desconectados sobre qualquer coisa.

Todo mundo já recebeu a visita de um agente de saúde. Ou pelo menos deveria. Em síntese, eles visitam todos os endereços de uma região. Se conseguem acesso, orientam aqueles que andam na linha e notificam os relaxados. Se esses últimos repetirem o mau comportamento nas próximas visitas, poderão ser multados.

O que o novo sistema faz é substituir o bloquinho de notificação por umsmartphone. Ao invés da equipe na base da secretaria de saúde conhecer os relaxados no final do dia (ou no mês que vem, dependendo da velocidade do processamento dos dados), terão acesso à blacklist da dengue em tempo real. Onde está o “inteligente” do “monitoramento inteligente” descrito pelo Secretário Reblin? Apenas na velocidade de emitir a multa.

Vejamos o porquê.

2) A inteligência de qualquer coisa: comportamento preditivo

Se a saúde é um problema de política pública, em tempos ultraliberais como os nossos isso significa basicamente despesas para o governo. A inteligência de dados, na análise mais lugar comum e mais despreparada possível, precisa contribuir para a predição de fenômenos e para a tomada de decisão anterior às consequências daquele fenômeno.

Em termos leigos, nós ouvimos a previsão do tempo para sair de casa e levar o guarda-chuva, ainda que naquele momento faça sol. Pode até não chover, mas se ocorrer estaremos preparados. Mais ainda: eu não correrei o risco de molhar alguma coisa que não é à prova dágua e evitarei um prejuízo (financeiro, normalmente).

O prejuízo nas políticas públicas de saúde ultraliberais se resume a “gastar” dinheiro atendendo o cidadão nas unidades básicas municipais, para os casos simples, e nas internações nos hospitais estaduais, nos casos crônicos. A idéia toda dosmartphone, que em si mesmo já representa um gasto (o custo do aparelho + plano de dados + arquitetura de TI) deveria minimamente contribuir para que a ida ao posto ou a internação do cidadão fosse evitada, e não para agilizar a notificação e multa.

Como isso seria possível?

3) Conceitos de inteligência

Posso ser reducionista em prol da objetividade e me restringir a dois conceitos fundamentais de inteligência. O primeiro é o perseguido por boa parte das pesquisas em inteligência computacional, computação de alto desempenho, sistemas distribuídos e afins. Nesse contexto, estamos interessados em super computadores, bases de dados imensas e algoritmos que fazem consultas e cruzamentos incríveis a partir de uma entrada simples de dados como uma pergunta do tipo “Onde há focos de Dengue nessa região?”. Estou falando de um Deep Blue ou de um Watson, guardadas as devidas proporções entre os dois produtos da IBM.

A outra perspectiva, das neurociências cognitivas, está interessada não em super processamento ou amplas capacidades de armazenamento, mas em raciocínio, puro e simples. Não temos nenhuma Matrix no cérebro e mesmo assim somos capazes de reconhecer um rosto dentre um repertório de milhões, inclusive quando estamos em péssimas condições (andando, no escuro, a pessoa envelheceu ou engordou) ou quando o estímulo original foi há muito tempo.

Boa parte da nossa capacidade para a tomada de decisões é baseada em padrões.  Nossos neurônios processam informação numa velocidade infinitamente inferior a qualquer computador moderno; nossa memória nem de longe comporta ospetabytes atuais; e apesar disso cruzamos diferentes fontes de informação, mesmo incompletas, com ruído ou confusas, e encontramos padrões que orientam nosso comportamento (recomendo a leitura do trabalho do Vernon Mountcastle pra quem gosta dessa discussão).

A perspectiva que defendo aqui não é a da inteligência força-bruta, que indexa o mundo todo pra depois pensar no que vai fazer, estilo Deep Blue. Defendo que uma coleta de dados essenciais e um cruzamento organizado em busca de padrões resolveria o problema com metade do esforço e o dobro da capacidade preditiva.

4) Agente de saúde da Matrix

Na prática, alguém interessado no assunto da dengue sequer precisaria equipar todos os agentes com smartphones ou mapear todas as regiões. O primeiro passo seria observar os registros de atendimento nas unidades de saúde sobre os possíveis casos da doença. Sabendo o local de residência do possível infectado, a área automaticamente deveria aparecer como foco de investigação daqueles agentes munidos do smartphone. Se é um estudante, a área da escola também deveria surgir na tela. Se trabalha, o local de trabalho deveria aparecer. Obviamente os trajetos e vizinhanças também contam.

Após a visita dos agentes, a unidade básica continuaria a monitorar os prontuários e acompanhar se algum novo caso em qualquer um dos locais correlacionados aos casos anteriores (casa, escola, trabalho, vizinhança, trajetos) aparece. Se for o caso, os agentes retornariam e até multariam os relaxados.

Depois de alguns meses, qualquer um poderia sugerir políticas públicas preventivas não só para a dengue, mas para qualquer enfermidade, especialmente as de contágio social. As localidades que tradicionalmente apresentariam casos de dengue em tal época do ano deveriam receber a visita 30 ou 60 dias antes, para evitar os casos (e as multas). O resultado das ações em um bairro seriam medidas pelos atendimentos das unidades e vice-versa.

Alguém poderia argumentar que o mapeamento proposto é o “começo” de tudo. Eu discordo. O começo de tudo seria informatizar os prontuários, que são uma fonte de dados infinitamente mais rica e já em poder de prefeitura. Seriam ZERO agentes com smartphone e mesmo assim teríamos condições de fazer ações preventivas só a partir daqueles registros. #epicwin

Na prática, se as unidades de saúde e os agentes tivessem acesso às mesmas informações, não seria necessário nem o smartphone. O médico John Snow fez muito mais com muito menos ainda no séc XIX em Londres para combater um surto de cólera.

Em síntese, inteligência não se faz com computadores e GPS, mas com ações coordenadas das entidades responsáveis e análise apropriada dos dados corretos.

Não existe inteligência sem capacidade de predição.


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Ferramentas educacionais online – Google

Data: May 8th, 2011 | Autor:

Em dezembro para participar do SIMPAV – Simpósio de Apendizagem em Ambientes Virtuais, escrevi um artigo sobre ferramentas online do Google.

A pergunta que me motivou a pesquisar e escrever sobre o assunto foi “O que o Google representa para educação?!”

A minha pergunta foi respondida. Ele não é somente uma ferramenta que auxilia a difusão da internet. Quando olhamos com olhos de educadores, conseguimos ver ferramentas de aprendizagem em suas Labs e uma maneira palpável de inclusão de novos conhecimentos nos currículos escolares.

Vivenciamos uma mudança de paradigmas sobre a forma de se relacionar com o aluno. Deixamos no século XX a educação bancária, deixamos de depositar informações, impedindo a troca, baseando o ensino só no ato de ensinar e não no processo de aprender (Paulo Freire – Psicologia da Autonomia). Acredito que a educação do século XXI deva ser pautada na mediação, e que o professor seja uma ferramenta facilitadora do aprendizado, que potencialize a capacidade de seus alunos (Vygotsky – Formação Social da Mente).

A concorrência entre o giz e os aparatos tecnológicos, muito mais atraentes, Internet, HDTV, XBOX 360, MP10, iPhone, iPad, iPod, todos esses equipamentos deixam de ser concorrentes e passam a ganhar a atenção do aluno, e isso não deve ser encarado como um problema e sim como um sinal de que o giz, as transparências e projeções não bastam para esses novos alunos que vivem em um novo contexto mundial. As escolas precisam se adequar a essa nova demanda, pois elas ainda são escolas, estão inseridas dentro de bairros, que fazem parte de cidades, que estão localizadas em estados que pertencem a um país. O nome desse país é Brasil e ele é o que mais utiliza a rede social Orkut no mundo, isso quer dizer que o acesso a internet existe.

Não devemos ignorar esta realidade e muito menos questionar essa navegação nas redes sociais, precisamos aprender a utilizá-las. Encontrei no Google um grande parceiro, não de  inclusão de “internet” nas escolas, mas sim de tecnologia e informação.

Para não termos problemas com o idioma (algumas ferramentas são em inglês), aconselho que utilizem o Google Chrome que possui um tradutor de páginas de fácil utilização.

Selecionei algumas Labs “educacionais” e algumas aplicações em sala de aula.

Google Maps

Todos já ouvimos falar do Google Maps. De uma forma ou de outra, a imagem daquele mapinha cheio de nomes de ruas já foi parar em suas mãos, seja pela internet ou folhetos publicitários que utilizam a sua imagem estática.

O Google Maps é ideal para aulas de Geografia, História, Matemática, Artes e onde a sua imaginação permitir, nele podemos percorrer o mapa mundi com cliques, visualizar nome de ruas de lugares em todo o mundo.

Coordenadas geográficas, cidades próximas, oceanos que banham os continentes. Já na História, as distâncias percorridas, a visualização das cidades que foram invadidas. Em Matemática podemos utilizar as distâncias e pensar em rotas menores utilizando os sistemas de medidas. A utilização em Artes seria mostrando o berço dos grandes artistas, localização de museus.

Essas são as aplicações mais simples que penso quando olho o Google Maps.

Google trends

É uma ferramenta para visualização de dados de pesquisas mundiais. Ela permite que você digite até cinco itens e o resultado é em forma gráfica, com a freqüência que estes dados tem sido pesquisados no Google ao redor do mundo. Ele também detalha as cidades e países em que esses itens foram pesquisados.

Acredito que essa ferramenta é um complemento de informações. Nela podemos traçar as preocupações sociais de determinado tempo. Pensar no poder da mídia e suas influências, ensinar a análise e leitura de gráficos.

Um exemplo que me vem em mente foi a minha pesquisa sobre a Dengue na qual aparece claramente que nos inícios dos anos é uma palavra mais pesquisada, podemos atribuir ao verão, às chuvas, ou que a população, só se  preocupa nestas épocas de pico, e que a mídia só noticia nestes momentos. A informação deve ser utilizada para modificar realidades e contribuir para uma sociedade Pró ativa e não Pós Doente.

Google Acadêmico

Todo profissional da área da educação precisa de referências e está ferramenta foi desenvolvida para pesquisas em artigos, jornais, resumos e outras publicações acadêmicas. Uma excelente referência para ser passado para os alunos. Costumamos atribuir a rede a culpa de ter conteúdos perigosos para os alunos. Sendo assim precisamos apresentar a eles novos caminhos para a navegação ser proveitosa e baseada em dados confiáveis.

Google Similar Images

Qual Professor nunca precisou de mais de um ângulo de determinada imagem?! Qual aluno nunca precisou de mais imagens de um mesmo assunto ou local?!

Está ferramenta do Google faz uma pesquisa de imagens não por palavras e sim por imagens semelhantes. De forma rápida e fácil, em poucos cliques se consegue inúmeros ângulos e imagens de um mesmo local ou assunto.

Google docs

Imagine um Office colaborativo, com edições em tempo real, em que textos podem ser feitos e acessados simultâneamente, onde planilhas podem ser construídas em conjunto, e apresentações de slides compartilhados, formulários criados e divulgados em tempo real. Pois bem, o Google já imaginou e criou. Trata-se de uma ferramenta inteiramente gratuita, em que podemos alterar e alimentar dados em tempo real, pois os dados ficam online, não ficando restrita à máquina/ ao computador e sim disponível para todos que tenham a permissão de acesso. Acredito que essa seja a revolução do tradicional “trabalho em grupo” e também acredito que isso faça a diferença nas salas de aula.

Navegar é preciso.

Corrigido por Isabela e Mariane.


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Interfaces 2011 #1

Data: April 11th, 2011 | Autor:

O Interfaces 2011 começou com a presença dos estudantes Vinicius Depizzol e Henrique Netto que falaram sobre o Projeto Gnome, mais precisamente do Gnome 2.32 , que foi lançado no dia 06 de Abril. Durante a apresentação tivemos a oportunidade de compreender o processo de criação de um software livre, que em seu cerne conta com profissionais de vários países. Vinicius compartilhou conosco o desafio que é ser o único brasileiro na equipe de Design do Projeto Gnome.

Vejam as fotos no nosso Flickr e o vídeo da transmissão está no Blog!

Dica:

No Interfaces 2011 #2 contaremos com a participação do Engenheiro Eletricista Eduardo Barcellos, que falará sobre “Sistema operacional para prover com facilidade uma interface gráfica touchscreen para placas eletrônicas.”

Lembrando que o Interfaces acontece toda última quarta-feira do mês às 18h30, no cemuni IV/ UFES.


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Procura-se: Desenvolvedores para projeto de pesquisa

Data: December 27th, 2010 | Autor:

Estamos procurando dois desenvolvedores para atuarem em projeto de pesquisa a ser realizado pelo NIC com fomento CAPES/UAB em 2011.

Perfil desejado:

  • Experiência em desenvolvimento web: PHP, MySQL, Javascript, CSS, HTML, Actionscript;
  • Conhecimentos sobre gestão de sistemas online em plataformas Linux com Apache;
  • Graduado em Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Sistemas de Informação ou área afim.

Importante: o candidato deve preencher pelo menos um dos dois pré-requisitos a seguir:

  • Um ano de docência no ensino superior OU
  • Pós-graduação em andamento ou concluída

Valor da bolsa: R$ 1.100,00 / Vigência: 12 meses / Carga horária: 20h semanais

Os interessados devem entrar em contato pelo e-mail contato@nicvix.com. Previsão do início do trabalho: Fevereiro/2011.


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Nicvix na 7ª Semana Estadual de Ciência e Tecnologia

Data: October 20th, 2010 | Autor:

Hoje visitamos a Semana Estadual de Ciência e Tecnologia, que tá acontecendo no ginásio do Sesi de Jardim da Penha, em Vitória.

Lá, além do trabalho de empresas querendo mostrar seu potencial, conhecemos projetos interessantes para a sociedade de modo geral, como novas alternativas para materiais que são normalmente descartados:

Outra ótima oportunidade foi conhecer o trabalho do museu de anatomia e conhecer o Carlos, bolsista do museu, e a professora Verônica Devens Costa, coordenadora do Centro para o Desenvolvimento do Potencial e Talento (CEDET/Vitória).

Enfim. Vale a pena visitar. Ou você já foi? ;)

http://www.semanaestadualct.es.gov.br/

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O projeto EyeWriter

Data: October 19th, 2010 | Autor:

The Eyewriter from Evan Roth on Vimeo.

O projeto EyeWriter é um esforço colaborativo de pesquisa, que está em andamento, para capacitar as pessoas que sofrem de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) para utilização de tecnologias criativas.

Este software personalizado permite que os grafiteiros e artistas com paralisia consigam desenhar apenas com os olhos.


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Silvio Meira: Tempos de aprender, desaprender, reaprender

Data: September 29th, 2010 | Autor:

Uma série de questões interessantes sobre a era das redes sociais.


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Demi Getschko no Roda Viva (2009)

Data: September 29th, 2010 | Autor:

Melhores momentos da entrevista do engenheiro eletricista e presidente do NIC.br Demi Getschko, considerado um dos pais da Internet no Brasil. Temas como inclusão digital, hackers e a relação mídia impressa x digital são abordados.

Getschko estará na Conferência Web W3C, que acontece nos dias 04 e 05 de outubro em BH.


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Pesquisa sobre a dinâmica das redes

Data: September 25th, 2010 | Autor:

Mensagem enviada para a lista dos alunos do curso de Design da Ufes:

Pessoal,

Estou fazendo o estudo-piloto de uma pesquisa sobre a dinâmica das redes sociais. Fiz um questionário simples (duas perguntas) direcionado para alunos do DDI que usam o Twitter.

Vou deixar o questionário aberto até quinta-feira, dia 07 de outubro. Na sexta-feira, dia 08/10, vou utilizar os dados para montar uma infografia interativa no grupo de estudos em processing que o @marquito e o @blude estão fazendo no @nicddiufes quinzenalmente.

Quem puder responder ajudará muito:
http://nicvix.com/pesquisas/redes

Grupo de estudos em processing:
http://www.ufesdesign.com/designcamp/groups/processin6/forum/

Abs a todos,
Hugo


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