Mensagem enviada para a lista dos alunos do curso de Design da Ufes:
Pessoal,
Estou fazendo o estudo-piloto de uma pesquisa sobre a dinâmica das redes sociais. Fiz um questionário simples (duas perguntas) direcionado para alunos do DDI que usam o Twitter.
Vou deixar o questionário aberto até quinta-feira, dia 07 de outubro. Na sexta-feira, dia 08/10, vou utilizar os dados para montar uma infografia interativa no grupo de estudos em processing que o @marquito e o @blude estão fazendo no @nicddiufes quinzenalmente.
O Núcleo de Interfaces Computacionais está realizando uma pesquisa sobre as propostas de campanha dos candidatos que estão utilizando o Twitter. Estamos enviando pelo perfil do NIC questões sobre tecnologia, segurança, habitação, educação e saúde para compilar as respostas em um site que será divulgado no futuro.
Se você quiser indicar algum candidato para participar da pesquisa, use o Twitter do NIC: @nicddiufes
Na dica do Ricardo Nespoli, descobri esse esboço de discussão no Social Media Today sobre eventuais mudanças de significado nas relações humanas:
Like it or not, Social networking is redefining terms of “social endearment.”
Sim, mas não esse social networking de hoje, típico da Internet. As relações humanas desde sempre modificam e são modificadas pelos meios de comunicação. A cada nova geração, os usos se entrelaçam às técnicas e atualizam as possibilidades de interação entre as pessoas.
Sim, as transformações recentes são drásticas, mas não é a primeira vez que a humanidade precisa reposicionar o significado das palavras amigo, seguidores, relacionamento e, por que não, curtir. Há redes sociais bem mais antigas (i.e. as articuladas pelo cristianismo) que sequer precisaram do Twitter para transformar o sentido das palavras citadas. Basta especular sobre as mudanças decorrentes da implantação dos serviços de correspondência regulares ou mesmo da popularização dos telefones fixos para ver que a questão é mais interessante do que parece.
Alguém perguntava: “amigo por correspondência é amigo?”… Pais reclamavam: “por que essa menina passa tanto tempo ao telefone se vai encontrar esses amigos amanhã na escola?”
Não existe uma rede social de livros de história por aí não?